Templates da Lua

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

quarta-feira, 23 de julho de 2008


Snif, snif.

Agora eles já são grandes!

Mas não pense que acabou por aqui.
Vocês vão ver a primeira vagem, ... É só a primeira vagem mesmo. Pés-de-feijão não fazem muita coisa mesmo.

Momentos antes de irem pra terra :)

terça-feira, 22 de julho de 2008


Pronto. Os três aí. Tão grandes! Observem as folhas vistosas e bem verdes - cor de pé-de-feijão saudável!

Tive que fazer uma cirurgia nele ontem.
Como vocês podem observar (cliquem na imagem para ver melhor, eu até clareei ela um pouco), existem uns furinhos naquele negócio ali.
Pois é. Eu estava lá alegre e retumbante observando meus filhinhos quando vejo que um caule está engrossando e não crescendo pra cima. Um bando de mitoses descontroladas.
Daí eu observei mais um pouco e vi que ele não estava crescendo porque a raiz de um outro tinha entrado nele. Eu primeiramente briguei com o invejoso e depois tirei a maldita raiz e hoje de manhã ele já tinha crecido um pouco pra cima! :D


Agora sim ele já está quase bom pra ir pra terra.
Eu já vou postar uma foto dos três aqui, o que tá ficando difícil, já que eles estão ficando grandes de mais. Meus futuros jogadores de basquete. Mentira. Um vai ser médico, o outro advogado (que nem a mamãe) e a outra atriz/modelo/cantora.

domingo, 20 de julho de 2008


Depois de duas semanas...

Logo eles vão pra terra!

sábado, 19 de julho de 2008

Marley & Eu

Acabei de ler "Marley & Eu". MUITO legal e triste ao mesmo tempo. Como todos sabem (ou deveriam saber), Marley já não está mais entre nós. E essa é a parte triste. Ele deveria ser imortal, mas do jeito que estava sofrendo, melhor pra ele. Ele aproveitou sua vida intensamente, do jeito dele. Sem palavras para descrever o final. Leiam.
Posso dizer que Marley foi o pior e o melhor cão do mundo ao mesmo tempo.

Agora de tarde, enquanto terminava (tentava) de ler o livro, me peguei com os olhos cheios de lágrimas e um nó na garganta.Tive que parar várias vezes nos últimos capítulos, pra tentar respirar um pouco. Esse é o segundo livro, em 16 anos de vida, que consegue me fazer chorar. O primeiro foi "O preço de ser diferente". E olha que não é fácil me fazer chorar! Como eu disse uma vez: minhas glândulas lacrimais não funcionam. (Duvida? http://wehadgoodtimes.blogspot.com/2008/03/copiei-esse-questionrio-do-fotolog-da.html#comments)
Em duas semanas lendo a história de Marley (sim, eu demorei), posso dizer que ele mudou, nem que seja um pouquinho só, a minha vida. O autor deu ênfase a coisas simples que seu cão fazia, de um jeito tão especial, que me deixou com a consciência pesada, por tantas vezes (agora eu vejo) que não dei valor ao que a Bebel faz.
Todo dia, quando chego em casa de algum lugar, ela deita no chão e pede um carinho. Sua alegria é tanta que ás vezes não consegue se conter e faz xixi na sala mesmo.
E quantas vezes ela deitou na minha cama e eu a expulsei dizendo que ocupa muito espaço. Ela é uma poodle média, nem é tão espaçosa. Mas só agora eu vejo. E quanto tempo eu iria demorar para enxergar esse meu ato de egoísmo, se não tivesse lido esse livro?
Agora mesmo, minha mãe ia buscar a Mari no colégio, quando pegou a chave do carro, a Bebel já ficou toda feliz, pensando que ia passear. Ela adora passear de carro. É só falar em ir pra praia que ela já fica toda eufórica.
Então minha mãe disse que ela só iria se alguém (eu) fosse junto, segurando ela. Olhei pra Bebel e lá estava ela com uma cara de: "Por favor, Béba!". E eu não resisti.
Ela latiu pra cada cachorro que viu, numa tentativa inútil de tentar assustá-los.

A primeira vez que ela viu uma moto, se assustou e começou a tremer. Estava no meu colo. A primeira vez que viu um cavalo, se assustou e começou a tremer. Estava no meu colo. A primeira vez que andou de carro, não gostou do balanço e pulou no meu colo. A primeira vez que eu a peguei no colo, ela estava dormindo, acordou, me viu (uma completa estranha), se aninhou e voltou a dormir, como se já confiasse em mim.
Eu olhei pra minha mãe e disse: "É essa."

E eu adoro ouvir o barulho de suas unhas no piso, enquanto anda pela casa, sempre procurando alguma coisa pra fazer, bagunçar, alguém para brincar ou simplesmente fazer compania. Em três anos de convivência, não vejo mais minha vida sem ela. Seus birnquedos estão espalhados pela casa. Ela é meu baby, meu bebê, minha branquela, ...
Acho que, depois de ler o livro, vou começar a dar mais valor para as pequenas coisas, que fazem dela alguém tão especial pra mim.

Second Life

Acho incrível toda essa história de Second Life. A pessoa vai lá, faz um avatar estranho e começa uma "vida virtual". Gente, que graça tem? Ter relações com outras pessoas totalmente diferentes é legal, mas virtualmente?! Do jeito que a coisa vai, daqui a pouco as pessoas não vão nem mais saber o que é um abraço. Porque, afinal, um abraço virtual não tem nada a ver com um real.
O pior é que tem muito marmanjo nesse jog se fazendo de mulher, se casando com homens e/ou mulheres e com uma personalidade totalmente diferente da real. Como se fosse outro mundo (o que é, na verdade). Nada contra, mas é que muitos enganam outras pessoas e causam frustações.

*Meu, do que eu tô falando? Que viagem.

Não sou contra nem a favor desse jogo, mas ele não pode tomar conta da vida de uma pessoa. Tem gente que passa metade do seu dia jogando isso. Agora eu pergunto: isso é vida? Passar o dia inteiro na frente do computador mexendo só o antebraço e a mão. Definitivamente não é o meu conceito de vida.
Lógico que esse jogo também tem seu lado positivo. Você pode fazer novas amizades e ainda praticar uma língua estrangeira conversando com pessoas de outros países.



Outra coisa que me incomoda é que, cada vez mais, crianças pequenas estão aprendendo a mexer no computador. E cadê o Lego, a Barbie e o Max Steel? É tudo virtual.



No começo do ano, na Argentina, estava eu em uma loja (dessas de rua) e, enquanto minha mãe olhava umas roupas, me deparei com um menino de, no máximo, 5 anos jogando CS. Eu nunca consegui jogar esse jogo. Com uma mão você mexe o mouse e com a outra você aperta algumas teclas no teclado. Eu precisaria de dois cérebros pra fazer isso. É muito complicado. E o menininho estava jogando com a maior destreza e naturalidade, como se fizesse isso a anos. Ele, com 5, consegue e eu, com 16, não consigo?


Obs: Férias + nada pra fazer = mais posts aqui